Quando vem a Taciturna de Limiar em Limiar o Presente Frágil
Conteúdo atualizado em11 de maio de 2026às 09:53
Passar para o Conteúdo Principal

Sinopse: Como dançar sobre ruínas? Como exumar arqueologias estupradas, em comunhão, exalando e destilando melancolias e nostalgias? Metamorfose e presença frágil irrompem um substrato poético no âmago da natura primordial — formas evanescentes entre o devir e a imutabilidade, num tempo oportuno em que tremula a Taciturna. O presente é uma oferenda precária que se devora na própria voracidade, desfazendo-se e multiplicando-se em medos e desejos. É o eterno conflito entre passado, presente e futuro. Entre o que muda e o que permanece, nasce uma presença frágil. Dança-se entre limiares — entre ser e não-ser, desejo e vazio, vida e morte. De limiar em limiar, a dança dá à luz momentos irrepetíveis — não canceláveis pelo terror — metamorfoseando a urgência apocalíptica em sobrevivência sobre cadáveres. Sobre os restos do que foi, inventamos formas de continuar. Quem ressurge das cinzas?
3 euros